A Espanha encerrou a Copa do Mundo de 2026 com um triunfo histórico, e os prêmios individuais contaram a mesma história. O torneio nos Estados Unidos foi apresentado como o último capítulo de uma geração de grandes veteranos e uma vitrine para os jovens astros em ascensão, e, quando a comissão técnica da Fifa apontou os jogadores que se destacaram ao longo do mês, nomes espanhóis não paravam de aparecer. A superioridade ficou evidente dentro de campo, e igualmente evidente na cerimônia de premiação.

Rodri levou a Bola de Ouro como melhor jogador do torneio. O meio-campista da Espanha conquistou o prêmio com oito partidas de futebol consistente e de controle de jogo, uma atuação que a comissão classificou como "magistral no meio-campo". Na votação, ele ficou à frente do capitão da Argentina, Lionel Messi, que recebeu a Bola de Prata, enquanto o atacante da França Kylian Mbappé ficou com a Bola de Bronze.

Mbappé teve a sua recompensa lá na frente. Ele conquistou a Chuteira de Ouro com 10 gols e quatro assistências, e precisou de apenas 769 minutos em campo para isso. A Chuteira de Prata ficou com Messi, que terminou com oito gols e quatro assistências, e o inglês Jude Bellingham levou a Chuteira de Bronze com sete gols e uma assistência.
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A Luva de Ouro foi para o goleiro da Espanha, Unai Simón. Ele não sofreu gols em sete das suas oito partidas, incluindo a mais importante de todas: a final contra a Argentina, vencida pela Espanha por 1 a 0 na prorrogação.

O melhor jovem do torneio foi o zagueiro espanhol Pau Cubarsí, de 19 anos. Ele foi peça central de uma defesa que sofreu apenas um gol em todo o torneio. O prêmio é destinado a jogadores nascidos em ou após 1º de janeiro de 2005.

O prêmio Fair Play, concedido por defender o espírito do jogo, ficou com a Holanda. Os holandeses o conquistaram ao terminar na liderança do ranking de Fair Play da Fifa.




