Duas vitórias em sete jogos — a troca por Giannis Antetokounmpo, que tem médias de 28,4 pontos, 12,3 rebotes e 5,7 assistências, com 58,6% de aproveitamento nos arremessos, não trouxe resultados imediatos ao Miami Heat. "Não acho que seja só o Giannis. Acho que é o basquete em geral. Não é um jogo de 2K, em que você simplesmente coloca os caras no time e funciona", destacou Bobby Portis. "Não sei, sou só um jogador de basquete... Acho que temos muita coisa para acertar? Temos muita", admitiu Antetokounmpo. "Claramente, temos que fazer alguns ajustes agora. Eu não vou esperar", disse o técnico Erik Spoelstra sem rodeios. Em outras quadras, o armador Kon Knueppel, do Charlotte Hornets, em seu segundo ano na liga, durou menos de seis minutos na estreia na temporada, no Brooklyn, antes de deixar a quadra com um problema na perna esquerda. AJ Dybantsa, número 1 do draft pelo Washington Wizards, teve a restrição de minutos retirada e foi titular ao lado de Anthony Davis e Deandre Ayton, fazendo de Washington o primeiro time desde 1984 a escalar três números 1 do draft no quinteto inicial. Estrelas no papel não garantem vitórias dentro de quadra.
'Não vou esperar': Spoelstra está pronto para mexer no Heat em crise




